Conheça jogos incríveis e pouco conhecidos que merecem sua atenção, de RPGs subestimados a aventuras mágicas e cheias de ação.
Conheça jogos incríveis e pouco conhecidos que merecem sua atenção, de RPGs subestimados a aventuras mágicas e cheias de ação.
Tem tanto jogo incrível por aí que, por algum motivo, acaba ficando esquecido nas sombras, mesmo merecendo muito mais reconhecimento.
Minha missão hoje é resgatar essas pérolas escondidas e te apresentar títulos incríveis como Northgard e Weird West, que talvez você nunca tenha ouvido falar, mas que definitivamente valem o seu tempo.
Atlas Fallen teve o azar de ser lançado perto do gigante Baldur’s Gate 3, e por isso passou despercebido por muita gente.
Nesse jogo, você cria seu próprio personagem e começa como um simples minerador de essência, até encontrar uma manopla misteriosa que concede o poder de manipular areia. Sua missão é fortalecer essa manopla, descobrir os segredos da entidade presa nela e impedir que o poder caia em mãos erradas.
O grande destaque aqui é o combate. Seguindo a fórmula de hack and slash com toques de RPG, ele é fluido, cheio de combos e poderes especiais. É possível usar até três armas diferentes, mas apenas duas por vez, o que adiciona um toque estratégico ao ritmo frenético das lutas.
As pedras de essência são o coração da jogabilidade. Elas concedem ataques devastadores e bônus passivos, mas exigem que o jogador acumule ímpeto para ativá-las. Quanto mais ímpeto, mais poderosas ficam as habilidades, e maior o risco, já que o dano recebido também aumenta.
O mundo aberto é bonito e interessante, mas talvez um pouco extenso demais para o conteúdo disponível. Ainda assim, é uma ótima pedida para quem busca um hack and slash divertido e acessível.
Poucos jogos conseguem despertar tanta nostalgia quanto Kingdoms of Amalur: Reckoning. Lançado em 2012, ele foi um dos grandes RPGs esquecidos da geração passada.
A história começa com o protagonista ressuscitado por uma máquina misteriosa, em meio a uma guerra contra os Tuatha, um exército que busca dominar o destino das pessoas. A partir daí, o jogo se transforma em uma jornada épica sobre livre-arbítrio e poder.
O mundo é vasto, com biomas variados, dungeons escondidas e missões secundárias que chegam a ser mais interessantes que a história principal.
O combate é rápido e dinâmico, lembrando os melhores hack and slash. Há várias classes e combinações possíveis, permitindo misturar estilos, por exemplo, virar um mago de batalha, um guerreiro furtivo, um arqueiro mágico e muito mais.
Mesmo com o remaster lançado recentemente, o jogo nunca recebeu uma tradução oficial para PT-BR, o que é uma pena. Ainda assim, é um RPG cativante que merece uma segunda chance.
The Quarry é um jogo que pode mudar a opinião de quem torce o nariz para experiências narrativas. Ele combina suspense, terror e escolhas significativas em uma trama cheia de tensão.
A história acompanha sete monitores de acampamento que decidem fazer uma festa de despedida. O problema é que a noite rapidamente se transforma em um pesadelo, e cada decisão tomada pode mudar o destino dos personagens.
O jogo alterna entre momentos cinematográficos, onde o jogador faz escolhas de diálogo, e trechos de investigação em terceira pessoa, nos quais é preciso explorar ambientes e coletar pistas.
Essa é uma experiência intensa, cheia de mistérios e sustos bem dosados. Se você gosta de filmes slasher e curte narrativas interativas no estilo Until Dawn, The Quarry é obrigatório.
Imagine um Van Helsing dos videogames com manoplas elétricas e vampiros steampunk. Esse é Evil West.
Aqui você controla Jesse Rentier, um caçador de monstros que faz parte de uma organização secreta dedicada a eliminar criaturas sobrenaturais. Quando a instituição entra em colapso, cabe a você reerguê-la enquanto enfrenta vampiros grotescos e abominações no Velho Oeste.
A história é simples, mas o jogo entrega combates explosivos, armas absurdas e uma ambientação estilosa. É pura ação arcade, do tipo que prende do início ao fim.
Evil West é o jogo perfeito para quem quer desligar o cérebro e curtir horas de pancadaria cinematográfica com muito sangue e raios.
Comparado injustamente a The Witcher 3 no lançamento, GreedFall acabou caindo no esquecimento, mas ainda hoje é um dos RPGs mais subestimados dos últimos tempos.
O jogo coloca o jogador em uma jornada por terras misteriosas em busca da cura de uma doença mortal. A narrativa vai se expandindo em tramas políticas e conflitos entre facções, com escolhas que realmente impactam o desenrolar da história.
O combate mistura armas de fogo, magia e espadas, com personalização visual de equipamentos e sistemas de progressão complexos. Além disso, seus companheiros têm personalidades próprias e reagem às suas decisões, podendo até abandonar o grupo caso discordem das suas atitudes.
GreedFall é um RPG denso, com um mundo cheio de segredos e ótimas recompensas para quem gosta de explorar.
Kena: Bridge of Spirits é um jogo que exala carinho e capricho em cada detalhe. Lançado pela Ember Lab, mistura ação, plataforma e uma narrativa com toques de espiritualidade e emoção.
Por aqui, você controla Kena, uma guia espiritual em busca do Santuário da Montanha, enquanto purifica um mundo corrompido e ajuda espíritos perdidos a seguir em frente.
O combate é simples, mas muito satisfatório. O cajado de Kena pode ser usado tanto em ataques corpo a corpo quanto em disparos mágicos. Durante a aventura, ela é acompanhada pelos Rots, pequenos espíritos que ajudam no combate, movendo objetos e distraindo inimigos.
Com gráficos encantadores e trilha sonora emocionante, Kena é uma experiência leve e envolvente, ideal para quem busca uma jornada mágica e tocante.
Como o próprio nome indica, Weird West é um jogo estranho… e isso é o que o torna tão especial.
Ele combina RPG, ação isométrica e elementos sobrenaturais em um Velho Oeste distorcido. Em vez de um único herói, o jogador vive a história de cinco protagonistas diferentes, cada um com habilidades e motivações únicas.
O mais interessante é que as histórias se conectam. Suas decisões em uma campanha podem afetar os personagens das próximas, criando um ciclo de causa e efeito que torna cada jogada única.
A liberdade é total: você pode explorar, caçar criminosos, saquear cidades ou simplesmente seguir sua moral. Tudo tem consequência.
O combate mistura armas e magia com um estilo visual inconfundível. Weird West é ousado, estiloso e merece muito mais reconhecimento do que recebeu.
Northgard é uma das maiores surpresas dos jogos de estratégia modernos. Com visual simpático e mecânicas acessíveis, é uma excelente porta de entrada para quem quer se aventurar no gênero.
Aqui, o jogador lidera um clã viking que tenta sobreviver e prosperar em uma nova terra. O jogo oferece campanha solo, modos cooperativos e PvP, além do modo Conquista, que adiciona desafios e bônus exclusivos.
Diferente de títulos por turno, Northgard é um RTS, ou seja, tudo acontece em tempo real. É preciso agir rápido, adaptar estratégias e equilibrar recursos para vencer.
Se você nunca jogou um jogo de estratégia, Northgard é a escolha ideal. E se já é veterano, vai se surpreender com a profundidade e o conteúdo constante que o jogo continua recebendo até hoje.
Se você gosta do universo de League of Legends, Ruined King é obrigatório.
O jogo é um RPG por turnos ambientado em Águas de Sentina, com personagens icônicos como Illaoi, Yasuo e Braum. A missão é impedir que a Névoa Negra se espalhe, enfrentando ameaças sombrias e descobrindo segredos antigos pelo caminho.
O combate é estratégico e inspirado nas lanes do LoL, permitindo priorizar ataques rápidos ou poderosos conforme o contexto. É possível alternar entre três personagens, cada um com habilidades únicas.
Além disso, o jogo é totalmente dublado em português, com o mesmo elenco de vozes do LoL original, e traz uma direção de arte espetacular assinada por Joe Madureira, o artista de Darksiders.
Mesmo que você nunca tenha jogado League of Legends, Ruined King é um RPG por turnos excelente, com história, personagens e estilo de sobra.
Fechando a lista, Granblue Fantasy: Relink é um JRPG cheio de energia e carisma, ideal para quem quer se apaixonar pelo gênero.
O jogo segue Gran, um aventureiro que viaja por ilhas flutuantes tentando resgatar uma companheira sequestrada. A história é leve, divertida e centrada nas relações entre os personagens.
O combate é o grande destaque. Fluido e espetacular, permite alternar entre diferentes membros da equipe, cada um com habilidades e estilos de luta próprios. Visualmente, é um espetáculo, com batalhas cheias de efeitos e cores vibrantes dignas de um anime de ação.
Se você busca um JRPG com muita personalidade, trilha empolgante e jogabilidade viciante, Granblue Fantasy: Relink é a escolha perfeita.