9 jogos INDIE imperdíveis para aproveitar nas promoções

Confira uma lista com os melhores jogos indie para aproveitar nas promoções. RPG, roguelike, estratégia, metroidvania e ação por preços que cabem no bolso.

Num mundo onde os jogos estão cada vez mais caros e nem sempre entregam o que prometem, os indies continuam sendo aquele respiro necessário. São projetos criativos, baratos, surpreendentes e, muitas vezes, melhores do que produções milionárias. O problema é que existem muitos jogos indie, então como separar o que realmente vale seu tempo daquilo que só ocupa espaço no backlog?

Mandragora Whispers of the Witch Tree

Mandragora Whispers of the Witch Tree é facilmente um dos meus jogos favoritos do ano. Ele acerta em tudo que um bom RPG precisa ter. A história é envolvente, os gráficos são lindos e o combate baseado em classes é dinâmico e cheio de possibilidades.

Você controla um Inquisidor a serviço do Rei Sacerdote, um caçador de bruxas que vê sua vida virar de cabeça para baixo depois que parte da alma da poderosa Mandragora se funde à sua. Consumido por visões, pesadelos e questionamentos sobre fé e corrupção, o protagonista embarca em uma jornada que mistura fantasia sombria e reflexão moral.

O jogo traz um mapa interconectado no estilo metroidvania, um combate desafiador com várias classes e um visual gótico pintado à mão que é de cair o queixo. Mandragora é sombrio, bonito e viciante.

Northgard

Northgard é um dos jogos de estratégia mais acessíveis e completos disponíveis hoje. Ele mistura mitologia nórdica, gerenciamento de recursos e sobrevivência de um jeito simples de entender, mas profundo o suficiente para te prender por horas.

No modo história, você assume o comando de um clã viking que chega a uma nova terra para conquistar e sobreviver. É preciso administrar comida, território, clima e moral, enquanto enfrenta feras lendárias, invasores e as mudanças brutais de estação.

Northgard também brilha nos modos competitivos e cooperativos. O modo Conquista, que pode ser jogado com amigos, é cheio de bônus e desafios criativos que mudam conforme o clã escolhido.

É estratégico, divertido, variado e com um preço excelente durante promoções.

V Rising

Se você gosta de sobrevivência, construção e vampiros, V Rising é um prato cheio. Imagine um Valheim gótico com câmera isométrica e foco em chefes brutais. Aqui, você é o vilão.

Você desperta como um vampiro enfraquecido e precisa reconstruir seu castelo, caçar presas, dominar habilidades e evoluir enquanto enfrenta caçadores, feras e criaturas sobrenaturais. Cada chefe derrotado libera um novo poder, transformando você de um vampiro iniciante para um verdadeiro lorde das trevas.

O mundo pode ser explorado sozinho ou em servidores populados, cheios de alianças, traições e caos.

V Rising é atmosférico, viciante e ideal para quem quer algo mais sombrio do que os típicos survival games.

Ravenswatch

Ravenswatch é um conto de fadas macabro transformado em ação roguelike. Você controla personagens inspirados em histórias clássicas, como Chapeuzinho Vermelho e Beowulf, mas em versões muito mais violentas e estilosas.

O mundo de Reverie foi tomado por uma força chamada Pesadelo e cabe a você lutar contra criaturas distorcidas enquanto evolui seus poderes a cada run. Os mapas são gerados proceduralmente, o que garante variedade e longevidade.

O combate é preciso, rápido, cheio de personalidade e viciante. Ravenswatch é aquele jogo do tipo só mais uma partidinha que quando você percebe já virou madrugada.

Personagens de Ravenswatch usando magias num fundo vermelho

Tails of Iron

Tails of Iron é um daqueles jogos que surpreendem. Ele conta a história de Redgi, príncipe dos ratos, que precisa enfrentar a invasão dos sapos liderados pelo tirano Greenwart.

O visual desenhado à mão é lindo e o combate brutal lembra uma versão 2D de Dark Souls, onde cada golpe importa. A dublagem do narrador é feita pelo mesmo dublador do Geralt em The Witcher 3, o que já eleva qualquer experiência.

É um jogo curto, com uma barriga no meio, mas mesmo assim muito divertido e cheio de criatividade. Para uma boa promoção, vale demais.

Mark of the Deep

Mark of the Deep foi uma das melhores surpresas do ano. E o melhor de tudo é que o jogo é brasileiro.

Você controla Rookie, um pirata que acorda em uma ilha amaldiçoada cheia de criaturas do abismo, cultistas e segredos antigos. O jogo mistura combate estilo Souls, metroidvania isométrico, habilidades mágicas e um clima de terror marinho inspirado em Lovecraft.

É divertido, desafiador, totalmente dublado em português e tem aquela energia gostosa de jogo que te faz esquecer do mundo lá fora.

Na minha opinião, é o melhor indie brasileiro que já joguei.

Hades

Hades dispensa apresentações. Ele é facilmente um dos melhores roguelikes já feitos.

Você controla Zagreus, filho de Hades, tentando escapar do Submundo para descobrir a verdade sobre sua origem. Cada run traz poderes aleatórios concedidos pelos deuses, combinações novas e desafios renovados.

O combate é frenético, a progressão é viciante e a narrativa evolui mesmo quando você morre.

A arte é incrível e a trilha sonora é tão boa que eu costumo ouvir enquanto escrevo. Se você nunca jogou, agora é a hora.

Sea of Stars

Sea of Stars é uma carta de amor aos JRPGs clássicos. Ele traz uma pixel art maravilhosa, combates por turno cheios de timing e uma história leve, mas cheia de coração.

Você acompanha Valere e Zale, guerreiros do Sol e da Lua, que precisam enfrentar as criaturas criadas por um alquimista maligno. O jogo combina exploração solta, habilidades especiais e muita inspiração em Chrono Trigger, inclusive com trilhas compostas por Yasunori Mitsuda.

Sea of Stars é encantador do começo ao fim.

Absolum

Absolum é uma das maiores surpresas do ano e já desponta como um dos melhores indies de 2025. Ele mistura Beat n Up com roguelite e surpreendentemente funciona muito bem.

O jogo se passa em um mundo onde magia foi proibida. Você escolhe um entre quatro rebeldes para lutar contra o Rei Sol e sua ordem tirânica. Cada personagem tem um estilo de combate único e o jogo mistura progressão permanente com runs desafiadoras e cheias de escolhas.

O combate é excelente, a arte é linda e toda desenhada à mão, e a trilha sonora é assinada por um dos compositores de Elden Ring.

E sim, minha esposa jogou por quatro horas seguidas, mesmo não gostando de roguelite. Isso já diz muito.

Picoloto

Joga videogames há mais de 20 anos e agora cria conteúdo! Criador do Canal Picoloto Indica, apaixonado por jogos e empenhado em criar uma comunidade saudável para todos.

Picoloto

Joga videogames há mais de 20 anos e agora cria conteúdo! Criador do Canal Picoloto Indica, apaixonado por jogos e empenhado em criar uma comunidade saudável para todos.

Copyright @ 2025 Picoloto Indica. Todos os direitos reservados.