Reviva clássicos com gráficos modernos e jogabilidade atualizada. Veja os melhores remakes e remasters que realmente valem o seu tempo.
Reviva clássicos com gráficos modernos e jogabilidade atualizada. Veja os melhores remakes e remasters que realmente valem o seu tempo.
Nos últimos anos, já virou quase rotina: a cada conferência, aparece um novo remaster ou remake. Mas, sendo sincero, muitos deles são apenas o mesmo jogo de antes com um brilho a mais e o dobro do preço. Felizmente, existem exceções que realmente justificam o retorno, trazendo gráficos repaginados, jogabilidade moderna e até novas camadas de história.
Aqui vai uma seleção de remakes e remasters que realmente valem o seu tempo, aqueles que conseguiram equilibrar nostalgia e inovação, e mostram que reviver o passado pode ser uma experiência nova e empolgante.
Poucos jogos carregam tanto peso quanto Final Fantasy 7. Quando a Square Enix anunciou que o clássico ganharia uma trilogia completamente reimaginada, o público ficou dividido entre empolgação e medo. Mas bastou o primeiro capítulo chegar para provar que o remake era tudo o que os fãs esperavam.
Mais do que uma simples atualização, Final Fantasy 7 Remake expande o universo e aprofunda os personagens. Cloud, Tifa, Barret e Aerith ganham mais camadas, e até quem já decorou a história original vai se surpreender com as novas reviravoltas. O sistema de combate foi modernizado e combina ação em tempo real com elementos estratégicos, trazendo o melhor dos dois mundos.
Mas nem tudo é perfeito, claro. As missões secundárias se arrastam e quebram o ritmo em alguns momentos. Mas, no geral, a aventura em Midgar é uma das melhores experiências da geração e um exemplo de como um remake pode revitalizar um clássico sem perder sua essência.
Enquanto o mundo espera por The Elder Scrolls VI, a Bethesda decidiu revisitar um dos RPGs mais importantes de sua história. Oblivion Remastered chegou de surpresa, reacendendo a chama de um clássico de 2006 com uma repaginada digna.
O jogo mantém sua liberdade total e aquele mundo vasto cheio de escolhas, mas agora com visual renovado na Unreal Engine 5. As florestas, castelos e cidades ganharam vida nova, e a iluminação dinâmica deixa tudo mais imersivo. As mecânicas também foram polidas, com melhorias na interface e no sistema de combate.
Ainda é o mesmo Oblivion de antes, com suas histórias políticas, cultos apocalípticos e portais infernais, mas agora muito mais bonito e acessível. É o tipo de remaster que respeita a memória do original e te lembra por que ele foi tão importante.
A Capcom acertou em cheio ao trazer Resident Evil 2 de volta. O remake não só reimagina o clássico de 1998, mas redefine o que um survival horror moderno pode ser.
Leon e Claire voltam em uma Raccoon City recriada do zero, com gráficos absurdos e uma atmosfera que te deixa tenso o tempo inteiro. O jogo trocou as câmeras fixas por uma visão em terceira pessoa e trouxe um combate mais fluido, sem perder o clima claustrofóbico e o medo constante.
O resultado é um jogo que honra o passado e ainda consegue ser relevante hoje. A Capcom mostrou que é possível modernizar um clássico sem tirar sua alma.
A Team Ninja reviveu um dos maiores clássicos do hack and slash e trouxe de volta a intensidade brutal de Ninja Gaiden 2. Com gráficos refeitos na Unreal Engine 5, o jogo ganhou uma nova vida visualmente, mas manteve o combate implacável que o tornou lendário.
Aqui, cada luta é um teste de reflexo e precisão. Esquivas, contra-ataques e combos exigem domínio total, e qualquer erro custa caro. A fluidez dos movimentos foi aprimorada e a dificuldade ajustada, tornando a experiência mais equilibrada para novos jogadores sem perder o desafio que os veteranos amam.
A câmera ainda dá umas escorregadas, mas nada que atrapalhe o espetáculo. Ninja Gaiden 2 Black continua sendo uma aula de combate rápido e visceral.
Poucos remakes capturam tão bem a essência de um original quanto Diablo 2: Resurrected. A Blizzard manteve a estrutura intacta, mas deu uma repaginada gráfica de cair o queixo.
A jornada pelo inferno continua a mesma: explorar, matar monstros, pegar loot e repetir tudo. Mas agora com iluminação moderna, texturas em alta definição e suporte a controles. É o mesmo vício de 2000, só que com mais conforto.
Resurrected é puro fan service, mas no melhor sentido. Respeita o clássico, melhora o que precisava e entrega exatamente o que o público queria.
O clássico do terror espacial voltou com força total. O remake de Dead Space recria a assustadora nave Ishimura com um nível de detalhe absurdo e uma ambientação que faz você querer jogar com as luzes acesas.
A história continua seguindo o engenheiro Isaac, preso em uma nave infestada por criaturas grotescas conhecidas como Necromorfos. O foco ainda é o combate estratégico, onde o segredo é desmembrar inimigos pedaço por pedaço. A física e os efeitos sonoros fazem cada encontro parecer uma luta desesperada pela sobrevivência.
Além do visual e do som impecáveis, o remake aprimora o ritmo da campanha e adiciona novas áreas e diálogos, reforçando o clima de isolamento e desespero que tornaram o original tão marcante.
A nostalgia bate forte com Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2. Os dois primeiros jogos da franquia foram recriados do zero, e o resultado é pura diversão.
A trilha sonora clássica está de volta, com algumas adições modernas que combinam perfeitamente. As pistas icônicas foram refeitas com fidelidade, mas com visuais e iluminação incríveis. A jogabilidade permanece idêntica à dos originais, mantendo aquele ritmo viciante de combos e manobras insanas.
Uma das melhores adições, foi o multiplayer online, mas o modo de tela dividida continua por aqui. Esse remake é tanto uma homenagem quanto uma atualização necessária. É impossível não sorrir ao jogar.
Depois de anos de silêncio, a Konami finalmente trouxe de volta o terror psicológico de Silent Hill 2. O remake reconstrói o jogo do zero na Unreal Engine 5 e entrega uma das experiências mais intensas e perturbadoras da atualidade.
James retorna à cidade após receber uma carta da esposa morta, e a jornada que se segue é um mergulho na culpa e no desespero humano. Os cenários, como o hospital e o hotel, foram refeitos com riqueza de detalhes e novos efeitos atmosféricos.
O combate está mais moderno e responsivo, mas sem perder a sensação de vulnerabilidade. Silent Hill 2 Remake é sombrio, melancólico e visualmente impressionante, uma reinterpretação que faz jus ao clássico e renova o gênero de terror psicológico.